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NOTÍCIAS

Resgate a criança que existe em você e pense fora da caixa
Diante de um dia turbulento, cheio de preocupações e afazeres em casa e no trabalho, é possível que você não tome suas decisões da melhor forma. O acúmulo de estresse leva ao esgotamento mental e você fica limitado na hora de agir. Nessas horas, chegar em casa ao fim do expediente e encontrar seus filhos brincando com empolgação em alguma atividade que envolve imaginação, pode te levar a sentir uma certa nostalgia: "Como era bom quando a vida era simples assim, só ter preocupação em brincar".    Temos o hábito de simbolizar a imaginação infantil apenas como um ponto focal lúdico, um viés de inocência que temos nos primeiros anos de vida e que depois, naturalmente, deixamos de lado para dar espaço ao amadurecimento. Não percebemos, mas a vida adulta cobra um preço alto por subestimarmos o poder da imaginação e deixá-la "guardada" no baú da infância. Ficamos com uma falsa impressão de que a força da imaginação das crianças só tem utilidade para criar histórias mirabolantes entre brinquedos e amiguinhos de escola. E com esse pensamento limitado, os adultos deixam de usar a imaginação de um modo mais eficiente no dia a dia profissional, pessoal e na vida financeira.    Como pontua David Brooks em seu livro "O Animal Social", a imaginação é uma habilidade árdua e que depende de prática. Exercitar o nosso lado imaginativo nos dá mais margem para pensar em nossas decisões de um modo mais dinâmico. Assim como as crianças são capazes de criar histórias fantásticas para um boneco ou um amigo imaginário, nós também temos a capacidade de pensar nas nossas decisões de um modo mais expansivo. Podemos nos colocar do outro lado de uma situação delicada, de uma negociação difícil, tentando imaginar como outra pessoa tomaria decisões. Temos capacidade para isso, mas a usamos de um modo muito limitado, raso, ou seja, naturalmente vamos criando receios em relação aos nossos potenciais imaginativos. Ao pensar no processo de tomada de decisão em um contexto que não é o seu próprio, você tende a pensar na situação sem muito aprofundamento – como aconteceria com uma criança criando histórias.    Essa visão limitada nos impede de “ver” com mais profundidade de que modo o outro pode estar pensando, ou mesmo para nos imaginar tomando uma decisão de um modo completamente diferente do que pensamos da primeira vez.    Dar mais ênfase ao nosso lado imaginativo é o principal recurso para nos blindar de decisões ruins que muitas vezes podem surgir de modo automático. Conforme o mesmo autor ressalta, nossa visão de mundo e nossos comportamentos são definidos com base nos padrões neurais que vamos acumulando ao longo da vida. Sendo assim, muitos de nossos processos cotidianos básicos tendem a acontecer automaticamente, com base em mera repetição e prática. Por exemplo, você consegue falar o alfabeto de A a Z com facilidade e rapidez, mas teria dificuldade em fazer de Z a A, tendo em vista que não se habituou a isso.    Conforme amadurecemos, tendemos a carregar mais bagagem automática nas nossas vivências e repetições e, por consequência, acabamos diminuindo um espaço precioso de criação e imaginação. Uma imaginação fértil pode te dar asas para ideias revolucionárias como empreendedor, como negociante, como gestor de recursos. Despertar a criança que vive em nós não significa ter um viés infantil diante da vida. Os pequenos não sabem, mas têm tudo para nos ensinar a ter uma visão de mundo mais abrangente e cheia de sucesso.
Número de pessoas à procura de trabalho deve crescer em 2018 e segurar queda do desemprego, dizem especialistas

Cerca de 4,3 milhões de pessoas não trabalhavam nem buscavam ocupação no fim de 2017, segundo o IBGE; grupo não faz parte do contingente de desempregados, que reúne profissionais que procuram vagas. Cerca de 4,3 milhões de brasileiros estavam desocupados e não procuraram emprego no quarto trimestre do ano passado, mostram dados divulgados nesta sexta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE). Com a recuperação da economia, parte desse contingente deve voltar a tentar vagas ao longo do ano e esse movimento vai "segurar" a queda do desemprego no país, de acordo com economistas ouvidos pelo G1. Para Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), uma pessoa que esteja sem trabalho e tenha deixado de procurar entra no chamado grupo do “desalento”. É considerado um desalentado o trabalhador que não tenha procurado emprego nos últimos 30 dias. Desalento: brasileiros sem emprego desistem de procurar trabalho Falta trabalho para 26,4 milhões de brasileiros, aponta IBGE Pessoas desistem de procurar trabalho e 'minimizam' desemprego No último trimestre do ano passado, o número de pessoas nessas condições foi o maior já registrado desde o início da série histórica, em 2012. Já a média anual foi de 4,17 milhões (veja gráfico abaixo). No entanto, a aposta de analistas ouvidos pelo G1 é que esse cenário se inverta em 2018, em meio à volta do crescimento da economia. E esse movimento deve segurar a queda do desemprego no Brasil este ano. Isso porque, se as pessoas que haviam desistido de procurar trabalho voltarem a tentar uma vaga, elas deixam de constar na lista do desalento passam a contar como desempregadas. Logo, quanto mais gente volta a procurar, mais devagar é a queda da taxa de desemprego. O que os economistas comentam é que a redução do desalento – e esse seu efeito de "segurar" a queda da taxa de desemprego – é um fenômeno comum em economias em recuperação e, por isso, essa é uma tendência esperada para o Brasil em 2018. “Em todas as recuperações econômicas a gente sofre esse efeito, e não acho que o Brasil vai ser exceção”, aponta Everton Carneiro, analista econômico da RC Consultores. “Quando a economia começa a melhorar, as pessoas que tinham desistido voltam a procurar emprego porque acham que podem encontrar. Então, a fila de desempregados vai ficando maior. Portanto, a taxa de desemprego sobe”, explica o economista. Foi o que fez Everton Costa Santos, que havia desistido de procurar emprego nos últimos meses de 2017, mas agora voltou a buscar trabalho. Aos 27 anos, ele está sem emprego desde julho do ano passado, quando perdeu o posto de copeiro em uma churrascaria, em São Paulo. Logo depois, até tentou fazer alguns bicos, mas nem isso conseguiu. Por isso, desistiu de procurar. Após perder o emprego como copeiro, Everton Costa Santos chegou a desistir de buscar trabalho, mas em 2018 quer mudar sua situação. Fábio Tito/G1 Com um filho de 1 ano e meio, Santos foi fazendo malabarismos com o dinheiro do seguro-desemprego que estava recebendo. A família contou ainda com o salário da esposa de Santos, que trabalha como gerente comercial de uma escola com carteira assinada. Neste ano, ele voltou a procurar recolocação. Na quinta-feira (22), Santos foi até o Centro de Apoio ao Trabalhador (CAT), posto intermediador de mão de obra da prefeitura de São Paulo, cadastrar seu currículo. “A coisa está feia”, resumiu ele. Ao comentar as expectativas para a economia brasileira em 2018, economistas já haviam indicado ao G1 que a expectativa era de redução do desalento e, por consequência, queda mais lenta do desemprego. “Por mais que o país gere vagas, está entrando um contingente que é difícil de absorver”, analisou Alessandra Ribeiro, economista chefe da Tendências Consultoria, referindo-se às pessoas que voltam a procurar recolocação no mercado de trabalho. “A oferta de trabalho não cresce no mesmo ritmo, enquanto o número de pessoas que procuram emprego é maior”, complementou Eduardo Velho, economista-chefe e diretor do Banco Banestes.
Trabalho intermitente tem baixa adesão e comércio como maior empregador 

Entre novembro e dezembro, foram criadas 5.641 vagas por um total de menos de 500 empresas. Modalidade nova enfrenta receios de empresários e desconfiança de trabalhadores. Exemplos de vagas de trabalho intermitente oferecidas em sites de emprego Montagem G1 Passados 3 meses da entrada em vigor da nova lei trabalhista, a oferta de vagas de trabalho intermitente ou esporádico – modalidade em que se ganha por hora trabalhada e não há garantia de jornada ou remuneração mínima por mês – ainda é pequena e teve adesão de poucas empresas, a maioria delas do setor de comércio. A contratação com carteira assinada de trabalhadores nessa categoria foi permitida com a aprovação da reforma trabalhista, que entrou em vigor em novembro do ano passado. O G1 conversou com empresas de recrutamento e varejistas e verificou que ainda são poucos os empregadores que estão contratando nesta modalidade e que também tem sido mais difícil preencher esse tipo de vaga. Os empresários ainda se mostram cautelosos e com dúvidas sobre a aplicação das novas regras, e falam também em insegurança jurídica, uma vez que ainda não se sabe qual será, de fato, a interpretação de juízes e procuradores do Trabalho deste novo tipo de vínculo empregatício. O trabalho intermitente ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período trabalhado. A previsão do governo é que essa modalidade de trabalho gere 2 milhões de empregos em 3 anos. Entenda como funciona o trabalho intermitente. Segundo os dados oficiais, ainda são poucas as empresas contratando intermitentes para os seus quadros. Em novembro, 778 estabelecimentos, pertencentes a 87 empresas, abriram vagas deste tipo no país, segundo o Ministério do Trabalho. Em dezembro, foram 933 estabelecimentos, envolvendo um total de 382 empresas. Questionado pelo G1, o ministério não informou o número total de empresas que já contrataram na modalidade, descontando os empregadores que eventualmente tenham aberto vagas intermitentes nos dois meses. "A Dataprev ainda não disponibilizou funcionalidade para realizar essa tabulação", afirmou. No país existem atualmente cerca de 4 milhões de empresas com empregados registrados. O trabalhador intermitente é basicamente jovem, sem curso superior e ocupante de vagas que exigem pouca qualificação. Veja abaixo o perfil das vagas criadas até o momento: TRabalho intermitente no Brasil Infografia: Alexandre Mauro/G1 De acordo com os números do Ministério do Trabalho, nos primeiros 50 dias da nova legislação trabalhista, foram criadas 5.641 vagas de trabalho intermitente. O número é a diferença entre 5.971 contratações e 330 demissões ocorridas entre 11 de novembro e 31 de dezembro. Como dois ou mais vínculos podem estar relacionados a um mesmo trabalhador, não é possível dizer que houve a criação de 5.641 empregos por contrato intermitente. Por conta disso, o registro desses vínculos pode inflar as estatísticas de emprego no país. Do total de postos criados nesta modalidade, 4.175 ou 74% foram no comércio, e 1.561 (28%) no estado de São Paulo. Comércio sai na frente Entre os pioneiros na contratação de intermitentes está o Magazine Luiza. A rede oferece na internet a posição de assistente de loja, oferecendo "salário e benefícios por hora trabalhada". A oferta não especifica, entretanto, o valor da hora trabalhada. Procurada pelo G1, a varejista informou ter usado 4 mil trabalhadores intermitentes para atuar na megaliquidação anual realizada pela rede em janeiro. O grupo não atendeu aos pedidos de entrevista da reportagem. Por meio de sua assessoria de imprensa, o Magazine Luiza informou já contar com mais de 5 mil contratados nesta modalidade e que pretende reunir um banco de dados com mais de 7 mil nomes para serem chamados para reforçar o time de 23 mil funcionários "apenas em grandes eventos ou situações pontuais, ganhando pelas horas que trabalham". Apesar do setor varejista ter sido um dos entusiastas da reforma trabalhista e das novas modalidades de trabalho, as empresas evitam comentar publicamente o assunto e muitas ainda se mostram reticentes (leia mais abaixo). "As empresas ainda estão esperando a coisa engrenar e tomar um formato maior para ver se realmente vale a pena", afirma Elisangela Mardegan, assessora jurídica do Sindicato dos Lojistas do Comércio de São Paulo (Sindilojas). "Ainda há um pouco de insegurança jurídica porque se sabe que muitos juízes não concordam com a aplicação da atual legislação". Tradicional liquidação anual da Magazine Luiza, realizada no dia 5 de janeiro, teve o reforço de trabalhadores intermitentes contratados pela varejista Divulgação A Preçolândia, varejista com 31 lojas no estado de São Paulo, afirma estar avaliando aderir à nova modalidade a partir dos próximos meses. "Acreditamos que vale a pena. Mas primeiro temos que fazer as contas e ver como isso vai ficar, porque aqui no Brasil as leis não são tão claras, aparecem brechas, e o empresariado fica com receio de entrar de cabeça numa coisa nova e, de repente, descobrir que não é tão fácil quanto parece” - Michel Zakka, diretor comercial da Preçolândia Segundo ele, a ideia é reunir um quadro de até 10% de mão de obra extra na modalidade intermitente, para atuar nas grandes datas do comércio e nos fins de semana. "Vamos dizer que você tem 10 vendedores numa loja. Para colocar 12 no fim de semana e ter que ficar com eles a semana inteira, você acaba não contratando porque a conta não fecha. Com o intermitente, podemos manter os mesmos 10 e colocar mais 4 no sábado e domingo", explica. O setor de bares e restaurantes é outro que tem testado a novidade como forma de suprir a necessidade maior de mão de obra de garçons e ajudantes em fins de semana e feriado. Um dos argumentos dos empresários é que a modalidade permite o registro em carteira daqueles que já trabalhavam de uma a três vezes por semana, por exemplo, e que até então estava na informalidade. "Estou gostando muito e para eles [funcionários] também é bom, porque podemos fazer o que antigamente se chamava bico, mas agora com carteira assinada e todos os direitos garantidos", afirmou ao G1 a dona de um restaurante no centro de São Paulo, que contava com 3 intermitentes na véspera do carnaval. Passada a folia, entretanto, a empresária disse ter decidido fazer a rescisão dos contratos após ter tido problemas com os empregados e pediu para não ter a identidade divulgada. “É a velocidade das coisas... não deu certo. Achei uma mudança boa, quero fazer [contrato intermitente], mas depois que pisaram na bola comigo, vou pensar.” Poucos anúncios Nos grandes sites de emprego, ainda são raras as ofertas de vagas de trabalho intermitente e, quando são lançadas, muitas vezes elas não atraem interessados. Empresas como Vagas.com, Luandre e Elos informaram que ainda não tiveram clientes contratando nesta modalidade. Já a Catho e o Sine ainda não possuem um campo exclusivo para o "tipo de contratação" em seus formulários de vagas, o que impossibilita a busca ou mapeamento de anúncios nesta modalidade. As consultorias e empresas de recrutamento afirmam que a demanda ainda é muito pequena e que os clientes têm preferido neste momento trabalhar com os contratos das modalidades tradicionais ou então com temporários. Na Page Interim, menos de 20 clientes solicitaram até o momento recrutamento na modalidade intermitente. "Como é uma modalidade nova, ainda existe o desafio de como contabilizar isso em folha e há uma limitação até de ferramentas de como fazer a gestão", afirma Ricardo Haag, diretor da empresa. Pelas regras do trabalho intermitente, o empregador precisa fazer a convocação e informar a jornada a ser cumprida, com pelo menos três dias corridos de antecedência, e o trabalhador tem 1 dia para dizer se aceita. Ou seja, a empresa também não tem garantia que terá a mão de obra extra no período desejado. Michel Zakka, diretor da Preçolândia, que pretende começar a contratar intermitentes a partir de março Divulgação Baixa remuneração Segundo Haag, está cada vez mais difícil preencher ocupações de trabalho temporário, independentemente da forma de contratação. "O trabalhador está interessado em vagas mais perenes", resume o executivo. Além da jornada mais curta e da falta de garantia de remuneração mínima mensal, o valor pago pela hora trabalhada no emprego intermitente tem se mostrado pouco atraente. Nos anúncios que circulam nos sites de emprego, o valor da hora de trabalho varia de R$ 5 a R$ 10. "Se a jornada for de 5 horas por semana, como já vimos em anúncio, isso dá menos de R$ 100 por mês. Se for descontar a Previdência, sobra cerca de R$ 20 por mês. É um absurdo. Isso é análogo à escravidão", afirma Ricardo Patah, presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo e UGT (União Geral dos Trabalhadores). Ele lembra que nos meses em que o trabalhador não receber um salário mínimo, terá que pagar 8% sobre a diferença a título de contribuição previdenciária. “Sempre fomos contra a aprovação do intermitente dessa forma. No mínimo, tinha que ser estabelecido um mínimo de horas por mês", opina. Segundo os recrutadores, o que dificulta o preenchimento destas vagas é a pouca previsibilidade sobre a remuneração mensal e a baixo valor pago por hora. Para Michelle Karine, presidente da Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem), que representa as agências de contratação de mão de obra temporária, é preciso buscar uma maior razoabilidade para o valor oferecido pela hora trabalhada. "A lei diz que o salário não pode ser inferior ao proporcional do permanente da empresa. Se colocarmos isso na ponta do lápis, para o trabalhador não vale a pena sair de casa, e teremos dificuldade de encontrar mão de obra interessada nessa ocupação” Anúncio de vaga de trabalho intermitente do Magazine Luiza Reprodução Tendência é ter mais ofertas Empresários ouvidos pelo G1 avaliam que a adesão de mais empresas e maior número de ofertas, a modalidade tende a encontrar maior receptividade. "É questão de oferta e procura, o mercado é que vai ditar. E quem quiser determinadas qualificações, vai ter que pagar mais”, afirma Zakka. Em meio as dificuldades operacionais para implementação da nova modalidade, as agências de emprego temporário enxergam um novo filão e já começam a se estruturar para passar atuar como intermediárias na contratação de intermitentes, uma vez que já reúnem um banco de dados com candidatos mais predispostos, em tese, a este tipo de vaga. "A dificuldade operacional é grande, porque tem a convocação, tem que aguardar as 24 horas para o aceite ou não. E as agências também podem ajudar o empregador a fazer uma razoabilidade em termos de salário, porque uma coisa é o que diz a legislação, outra o que se aplica na prática e é possível executar", diz Karine. O que dizem as grandes varejistas A Riachuelo, cujo presidente Flavio Rocha defendeu a legalização do trabalho intermitente durante a tramitação da reforma, informou que ainda está em processo de avaliação de outros formatos de contratação "que façam sentido para o negócio da companhia". O Grupo Pão de Açúcar disse apenas que suas unidades de negócio, incluindo a Via Varejo, dona das Casas Bahia e do Ponto Frio, não estão contratando na modalidade intermitente. A Ricardo Eletro informou que ainda não realizou contratações nessa nova modalidade, mas que está "atenta as movimentações do mercado". O Carrefour afirmou que, a partir de março, prevê testar em algumas lojas novos modelos de contratação e jornadas de trabalho. A Centauro informou que optou por um projeto embrionário de contratação na modalidade de trabalho parcial (até 30 horas semanais), e que ainda são "pouquíssimas" as colocações. "O regime foi escolhido pois a empresa trabalha com os colaboradores de acordo com as sazonalidades em dias da semana", destacou. Já a Lojas Americanas não quis comentar o assunto.

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